Normas para os “Sim” e os “Não” – Educadores de Infância
Conhecer as características da idade para saber o que podemos esperar das crianças e o que elas esperam de nós.
Criar um clima de confiança que favoreça uma comunicação aberta
Discutir em grupo sobre as formas de comportamento, a sua importãncia e consequências.
Ser claro e concreto dizendo, exactamente o que se pode e o que não se pode fazer.
Ser paciente todos os dias.
Ser constante e não mostrar contradições.
Mostrar-se firme e exigir o cumprimento do acordado.
Elogiar os comportamentos positivos.
Repreender as condutas inadequadas desaprovando o comportamento e não a criança em si.
Incorporar as actividades em forma de jogo.
Compartilhar com a criança estas actividades servindo de modelo.
Favorecer a experimentação para tender à autonomia.
Diminuir a ajuda de forma gradual até à sua interiorização.
Entregue pelas educadoras aos pais em 2010/2011
Com Licença! Obrigada! Se faz Favor!
Com Licença! Obrigado ! Se faz favor!
Reflictamos
Não é fácil habituar as crianças a pedir licença, por favor ou agradecer se os crescidos que estão à sua volta não o fazem.
Sabemos que uma criança não é um adulto em miniatura, que ainda não completou o seu desenvolvimento emocional e temos de ajudá-la a reconhecer os sentimentos dos outros e a pôr em práctica as boas maneiras, imprescindíveis para a convivência.
Para as crianças, fazer amizades não é fácil. Elas têm que aprender a aproximar-se, a observar as suas reacções, sugerir brincadeiras, colaborar, trocar informação, perguntar, responder, esperar pela sua vez e toda uma gama de normas sociais.
Esta etapa é fundamental para a vida futura.
Com licença! Por favor! Obrigado ! Aprendem-se e praticam-se. Os pais e nós, educadores, temos o direito a estabelecer como devem comportar-se e onde estão os limites do permitido.
As crianças não adivinham se não lhes dissermos o que se pode e o que não se pode fazer.
Às vezes, as crianças chamadas “mal-educadas” que batem, mordem e têm caprichos, só o fazem porque requerem maior atenção, estão assustadas e não sabem dizê-lo de outra maneira.
Os pais, em casa, e os educadores no jardim de infância, devem favorecer atitudes de boas maneiras.
Claro que, primeiro, com afagos e mimos de cada vez que a criança usar essas fórmulas de boa convivência.
É importante que as crianças as aprendam, mas é mais importante que os crescidos as pratiquem.
Folha entregue pelas educadoras da pré-escolar aos pais.
